WIRE — A administração americana está a considerar ataques de precisão contra a filial da Al-Qaeda no país da África Ocidental. Há um único responsável destacado em Washington a defender uma intervenção militar e um coro de especialistas convencidos de que não vai resultar. Entretanto, a presença militar russa que sucedeu ao Grupo Wagner sofre abalos, mas está longe do colapso

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