LUANDA — Em 2019, a investigadora do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) especializada em questões africanas, Elisabete Azevedo-Harman, disse que o Fundo Monetário Internacional (FMI) estava empenhado em que a austeridade associada ao programa de assistência financeira em Angola fosse compensada com medidas sociais. Hoje, os mais de 20 milhões de pobres angolanos continuam animados na sua luta para aprenderem a viver sem… comer. Por Orlando Castro académica disse que "Angola terá o fundo de acção social, no qual serão injectadas verbas de várias estruturas internacionais, e o acordo com o FMI The post É, OU NÃO, POSSÍVEL VIVER SEM COMER? appeared first on Jornal Folha 8.

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