LUANDA — A ironia histórica é evidente: enquanto Afonso de Albuquerque, no século XVI, compreendia que Ormuz exigia uma combinação de força, diplomacia e administração, os EUA, com todos os seus recursos, continuam a agir como se o estreito fosse apenas uma questão de projecção naval. Por Rui Verde (*) tomada de Ormuz por Afonso de Albuquerque, tentada em 1507/1508 e consumada em 1515, mais do que um episódio militar de expansão portuguesa no Índico, foi um gesto de geopolítica perspicaz que antecipou, com cinco séculos de antecedência, a centralidade estratégica que The post OS EUA NÃO ESTUDARAM AFONSO DE ALBUQUERQUE appeared first on Jornal Folha 8.

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